Palácio de Belém – aluga-se casa em zona nobre da cidade; contrato de 5 anos, renovável...
Os analistas, comentadores, outros interessados e as comadres já começaram a debater e a fazer o jogo dos candidatáveis, ou pré candidatos, ou futuros candidatos, ou candidatos a candidatos, ou candidatos que não são candidatos, mas que vão acabar por se candidatar, ou candidatos que só são candidatos se outros candidatos, que não são ainda candidatos, não se candidatarem, ou os candidatos que nunca se vão candidatar... e por aí fora!
Eu, que consigo me distanciar das quezílias político-partidárias, pelo menos nesta eleição, estou bastante à vontade para dizer que seja qual for o candidato a vencer, tudo ficará igual...
2003-11-05
Tenho o privilégio de observar quase todos os dias a Igreja do Carmo, em Faro. Trata-se de um monumento de arte religiosa muito interessante. Tem uma capela de ossos, tem uma fachada imponente e uns sinos que amiúde me vão lembrando as horas.
Tem também luzes verdes para iluminar as torres dos sinos (por dentro). Esta cor, que é utilizada por muitas das igrejas portuguesas, deveria ser substituídas pela cor amarela, que realça o próprio edifício. Devolvia-lhe a honra.
Foi só uma ideia...
Tem também luzes verdes para iluminar as torres dos sinos (por dentro). Esta cor, que é utilizada por muitas das igrejas portuguesas, deveria ser substituídas pela cor amarela, que realça o próprio edifício. Devolvia-lhe a honra.
Foi só uma ideia...
2003-11-04
Não tenho tido muito tempo para dedicar aos blogues. É pena. Deixei de ler um grupo importante de blogues, para apenas passar ao de leve pelos mais a sul, e nem todos.
Mas mesmo assim, penso que este meio está a ficar mais maduro. Ainda bem.
A notícia do dia:
"Durão Barroso anuncia taxa de IRC de 15% para pequenas empresas do interior
O primeiro-ministro, Durão Barroso, anunciou hoje que as pequenas empresas do interior vão ter uma taxa de IRC de 15%, tendo anunciado também o fim do imposto sucessório em 2004."
Os recursos são escassos. Existe muito por onde aplicar, mas a vontade está clara. Só falta que começem a pagar os impostos. (Como será que a oposição vai tratar esta notícia? Ignora-la? Se calhar é melhor... estiveram lá tanto tempo...)
Mas mesmo assim, penso que este meio está a ficar mais maduro. Ainda bem.
A notícia do dia:
"Durão Barroso anuncia taxa de IRC de 15% para pequenas empresas do interior
O primeiro-ministro, Durão Barroso, anunciou hoje que as pequenas empresas do interior vão ter uma taxa de IRC de 15%, tendo anunciado também o fim do imposto sucessório em 2004."
Os recursos são escassos. Existe muito por onde aplicar, mas a vontade está clara. Só falta que começem a pagar os impostos. (Como será que a oposição vai tratar esta notícia? Ignora-la? Se calhar é melhor... estiveram lá tanto tempo...)
2003-11-03
Porque será que depois de ser Presidente da República, um político (ou cidadão, se preferirem) não tem o direito de ser Ministro, Primeiro-ministro, ou vereador da Câmara Municipal de Vilar de Perdizes??? Será decadente? Será uma despromoção?
Tenho uma ideia fixa. Deveríamos aliciar os Secretários de Estado, Ministros e outras personalidades para, por exemplo, candidatarem-se às Presidências das Câmaras dos seus concelhos. Verificaríamos certamente um aumento da qualidade da gestão destes importantes motores de desenvolvimento. Tavira é um dos melhores exemplos que conheço.
Vivemos num mundo hierarquizado. Aceito. Pessoalmente, não aceito a política como uma carreira, trata-se de uma função passageira, uma missão que se toma e se assume. Li o que o meu amigo JNN escreveu e pus-me a reflectir sobre o fundo da questão. De facto Portugal é um país de tradições, a Presidência tem sido de facto a reforma de alguns (aqui apenas o Doutor Mário Soares aceitou uma comissãozinha nas bancadas do Parlamento Europeu... mas isso é outra “estória”). Está na altura de encarar a Presidência como uma Instituição decadente e muito pouco produtiva. Está na hora de assumir que, ou somos Presidencialistas, ou não. Por mim, acabava com ele (cargo)...
Como o Fernando escreveu, sou apologista da Monarquia. O que não signifique necessariamente que esteja na linha da frente para a sua defesa (ou campanha). Antes pelo contrário, mas faço sempre que posso (ou me deixam) campanha contra o facto de termos um Presidente, totalmente desnecessário, caro e sem espaço próprio. Já sobre a monarquia, deixo estes links, para melhor perceberem a minha posição.
http://notasoltas.blogspot.com/2003_07_01_notasoltas_archive.html#105848403411101759
http://notasoltas.blogspot.com/2003_07_01_notasoltas_archive.html#105831272108391842
Tenho uma ideia fixa. Deveríamos aliciar os Secretários de Estado, Ministros e outras personalidades para, por exemplo, candidatarem-se às Presidências das Câmaras dos seus concelhos. Verificaríamos certamente um aumento da qualidade da gestão destes importantes motores de desenvolvimento. Tavira é um dos melhores exemplos que conheço.
Vivemos num mundo hierarquizado. Aceito. Pessoalmente, não aceito a política como uma carreira, trata-se de uma função passageira, uma missão que se toma e se assume. Li o que o meu amigo JNN escreveu e pus-me a reflectir sobre o fundo da questão. De facto Portugal é um país de tradições, a Presidência tem sido de facto a reforma de alguns (aqui apenas o Doutor Mário Soares aceitou uma comissãozinha nas bancadas do Parlamento Europeu... mas isso é outra “estória”). Está na altura de encarar a Presidência como uma Instituição decadente e muito pouco produtiva. Está na hora de assumir que, ou somos Presidencialistas, ou não. Por mim, acabava com ele (cargo)...
Como o Fernando escreveu, sou apologista da Monarquia. O que não signifique necessariamente que esteja na linha da frente para a sua defesa (ou campanha). Antes pelo contrário, mas faço sempre que posso (ou me deixam) campanha contra o facto de termos um Presidente, totalmente desnecessário, caro e sem espaço próprio. Já sobre a monarquia, deixo estes links, para melhor perceberem a minha posição.
http://notasoltas.blogspot.com/2003_07_01_notasoltas_archive.html#105848403411101759
http://notasoltas.blogspot.com/2003_07_01_notasoltas_archive.html#105831272108391842
2003-11-01
Um vantagem de estar presente na blogosfera é poder falar com alguns amigos, que se não fosse assim, decerto ficaria muito tempo (tempo demais) sem o fazer... em especial um de Tavira e outro de Portimão, ultimamente um pouco mais Farense... as "lutas" que nos apresentaram já lá vão, mas que tal um café um destes dias... nem que seja para falar sobre os blogues!??!!? É pena não poder ser dia 7...
O “Parque das Cidades”... eu sei que já mudou de nome, mas este fica-lhe melhor, pois “cidades” é plural, ou seja, estende-se às restantes 14... mas isso é outro jogo...
O “Parque das Cidades” tem potencialidades para acolher um conjunto de serviços públicos e privados. Defendo que este centro desportivo e de congressos do Algarve sirva também para estabelecer sedes de associações, administração pública desconcentrada, agência de desenvolvimento regional, AMAL, empresas públicas, etc...
Parece-me que este espaço poderá ter vida permanente, se estas instituições (e os seus recursos humanos, clientes/ utentes, fornecedores...) “forem” para lá. O espaço existe, o ambiente também, então porque não?
Justifico esta minha opção pela conveniência. Não ficando no centro das cidades (Faro ou Loulé) desanuviava o trânsito urbano, mas principalmente permitia gerar sinergias e complementaridades. Poderia ser, por exemplo, uma opção para a ACRAL, sempre desanuviava a tensão.
Tem as acessibilidades adequadas.
No início deste projecto era contra. Depois, quando a região ficou sem equipa na primeira divisão... Hoje, considero este espaço como uma nova oportunidade para o planeamento de grandes eventos e para apostar na qualificação da região, e subsequente diversificação, em eventos e congressos internacionais, que geram uma receita considerável. Aqui pelo Algarve, com uma oferta a este nível, cruzando com a oferta turística complementar (neste caso) e animação, obtemos uma mais-valia importante. Importa saber, querer e apostar nisto.
É também um recurso para o planeamento do território. Permite por exemplo desenhar uma estratégia de promoção tecnológica. O Parque Tecnológico do Algarve, por exemplo, poderia ser integrado. Não necessariamente no mesmo local, mas beneficiando da sua influência territorial e da proximidade do MARF.
Também ao nível da investigação e encubação de empresas, parece-me que este Parque Tecnológico poderia desempenhar um papel importante ao serviço do desenvolvimento da região. Esta é outra sinergia que encontro no Parque das Cidades/ Parque Tecnológico.
Por fim, os custos de marketing associados seriam reduzidos ou melhor: optimizados!
Deixo este tema à discussão (para variar, não devo ter muitas respostas/ sugestões/ opiniões aqui em baixo na caixa de comentários, mas enfim...). Fica a sugestão...
O “Parque das Cidades” tem potencialidades para acolher um conjunto de serviços públicos e privados. Defendo que este centro desportivo e de congressos do Algarve sirva também para estabelecer sedes de associações, administração pública desconcentrada, agência de desenvolvimento regional, AMAL, empresas públicas, etc...
Parece-me que este espaço poderá ter vida permanente, se estas instituições (e os seus recursos humanos, clientes/ utentes, fornecedores...) “forem” para lá. O espaço existe, o ambiente também, então porque não?
Justifico esta minha opção pela conveniência. Não ficando no centro das cidades (Faro ou Loulé) desanuviava o trânsito urbano, mas principalmente permitia gerar sinergias e complementaridades. Poderia ser, por exemplo, uma opção para a ACRAL, sempre desanuviava a tensão.
Tem as acessibilidades adequadas.
No início deste projecto era contra. Depois, quando a região ficou sem equipa na primeira divisão... Hoje, considero este espaço como uma nova oportunidade para o planeamento de grandes eventos e para apostar na qualificação da região, e subsequente diversificação, em eventos e congressos internacionais, que geram uma receita considerável. Aqui pelo Algarve, com uma oferta a este nível, cruzando com a oferta turística complementar (neste caso) e animação, obtemos uma mais-valia importante. Importa saber, querer e apostar nisto.
É também um recurso para o planeamento do território. Permite por exemplo desenhar uma estratégia de promoção tecnológica. O Parque Tecnológico do Algarve, por exemplo, poderia ser integrado. Não necessariamente no mesmo local, mas beneficiando da sua influência territorial e da proximidade do MARF.
Também ao nível da investigação e encubação de empresas, parece-me que este Parque Tecnológico poderia desempenhar um papel importante ao serviço do desenvolvimento da região. Esta é outra sinergia que encontro no Parque das Cidades/ Parque Tecnológico.
Por fim, os custos de marketing associados seriam reduzidos ou melhor: optimizados!
Deixo este tema à discussão (para variar, não devo ter muitas respostas/ sugestões/ opiniões aqui em baixo na caixa de comentários, mas enfim...). Fica a sugestão...
2003-10-30
Desde muito cedo que me fui envolvendo na minha comunidade, a vários níveis, desde o trabalho comunitário até à participação cívica e associativa...
Tenho por isso acompanhado a evolução deste território com um optimismo que me é natural, mas também com algumas reservas que resultam da minha própria experiência. Existe um extracto importante da sociedade que se preocupa e se interessa pelos assuntos de natureza política e económica, falta o espaço intelectual para isso.
Sabemos também que proliferaram inúmeras organizações associativas específicas, mas a região não tem, pelo menos não conheço, uma organização que se ocupe do debate de ideias e políticas para o desenvolvimento sustentado do Algarve, pelo menos de forma organizada e sem demasiado comprometimento partidário. Ainda que existam associações constituídas, mas sem voz.
Neste blogue quero assim reflectir sobre a organização que por agora vou chamar “CETA - Conselho Estratégico do Algarve”.
Imagino uma entidade sem espaço físico, sem recursos humanos próprios, apenas a vontade de debater, reflectir e propor às diversas organizações públicas e privadas projectos, ideias e reflexões. Vejo aqui técnicos especializados em diversas áreas a debater em conjunto com políticos, dirigentes, empresários, professores, entre outros, procurando sempre a participação pluralista e aberta, sem dogmas, sem entraves ideológicos e partidários, simplesmente o interesse de procurar um rumo, numa visão integrada.
Penso que a nossa região necessita de integrar os diversos modelos de desenvolvimento. Cada município tem um, a administração pública desconcentrada tem vários, destacando a RTA e a CCR (actual CCDR). Mas estes planos são estanques, não possuem ligações e sinergias uns com os outros, resultando em planeamentos redundantes ou contrários. Significa então que falta estratégia regional.
Chamem-me utópico, ou simplesmente sonhador!!!
Tenho por isso acompanhado a evolução deste território com um optimismo que me é natural, mas também com algumas reservas que resultam da minha própria experiência. Existe um extracto importante da sociedade que se preocupa e se interessa pelos assuntos de natureza política e económica, falta o espaço intelectual para isso.
Sabemos também que proliferaram inúmeras organizações associativas específicas, mas a região não tem, pelo menos não conheço, uma organização que se ocupe do debate de ideias e políticas para o desenvolvimento sustentado do Algarve, pelo menos de forma organizada e sem demasiado comprometimento partidário. Ainda que existam associações constituídas, mas sem voz.
Neste blogue quero assim reflectir sobre a organização que por agora vou chamar “CETA - Conselho Estratégico do Algarve”.
Imagino uma entidade sem espaço físico, sem recursos humanos próprios, apenas a vontade de debater, reflectir e propor às diversas organizações públicas e privadas projectos, ideias e reflexões. Vejo aqui técnicos especializados em diversas áreas a debater em conjunto com políticos, dirigentes, empresários, professores, entre outros, procurando sempre a participação pluralista e aberta, sem dogmas, sem entraves ideológicos e partidários, simplesmente o interesse de procurar um rumo, numa visão integrada.
Penso que a nossa região necessita de integrar os diversos modelos de desenvolvimento. Cada município tem um, a administração pública desconcentrada tem vários, destacando a RTA e a CCR (actual CCDR). Mas estes planos são estanques, não possuem ligações e sinergias uns com os outros, resultando em planeamentos redundantes ou contrários. Significa então que falta estratégia regional.
Chamem-me utópico, ou simplesmente sonhador!!!
2003-10-29
Ontem pediram-me para comprar duas torneiras com urgência. Até aqui parece-me uma acção simples. Devido a essa urgência, resolvi antecipar a minha hora de almoço para as 12H30, permitindo “apanhar” os estabelecimentos abertos e, em meia hora, resolver esta questão.
Por agora suspendo a minha “estória”.
O comércio está a atravessar uma crise ligada à transferência dos padrões de consumo. Hoje a oferta das grandes superfícies e das redes de médias superfícies especialistas, fizeram com que fosse afectada a facturação habitual do comércio tradicional. A solução??? Já vai...
Continuando a minha “estória”: Visitei 3 lojas e nenhuma delas estava aberta, assim, fui almoçar e acabei por não conseguir resolver a compra.
O “moral” desta minha aventura de hoje é simples. Uma das formas de captar clientes pode ser verificar o horário que estes preferem, para além de adequar o sortido e as marcas ao gosto (ou às necessidades, se quiserem) dos consumidores.
Será que as superfícies estão abertos na hora de almoço por acaso. Não! Nada (mas mesmo nada) é feito ao acaso nestes empresas. O comércio tradicional tem que mudar. Tem que ter visão, claro que custa dinheiro, ou pelo menos uma melhor planificação dos recursos humanos, quando possível (e neste meu caso, era possível manter abertos na hora de almoço os estabelecimentos, ainda que com menos pessoas e em regime de turnos de almoço.
Acabei por optar pela compra estes produtos no comércio tradicional, por causa de um dos factores que pode permitir a estes negócios reassumirem a sua posição competitiva no mercado: a localização próxima dos centros de negócios e pessoas.
Assim, sai por volta das 18 e pouco e cheguei a um dos estabelecimentos. Fecha às 18H!??!?! Fui à segunda, igual... quando cheguei a última hipótese, uns minutos antes das 19H, tinha acabado de fechar, antes da hora... assim, não há quem aguente.
Penso que existe espaço para a grande superfície e para o pequeno comércio, desde que este último saiba fazer a leitura do mercado, leia-se das necessidades dos consumidores, saiba dar conselhos, apoia-los no pós-venda, estar disponível, em resumo, “oferecer” serviço ao cliente. Esta mais valia pode fazer com que ele recorra aqui nas compras mais complicadas, com maior envolvimento (logo de maior valor). Estar atendo ao mercado, saber aprender e saber comunicar, eis as minhas dicas para o comerciante do novo século, que se transformem em empreendedores: deixem de “vender” simplesmente os produtos, em vez disso, satisfaçam as necessidades dos clientes e forneçam-lhes uma mais-valia adequada...
Por agora suspendo a minha “estória”.
O comércio está a atravessar uma crise ligada à transferência dos padrões de consumo. Hoje a oferta das grandes superfícies e das redes de médias superfícies especialistas, fizeram com que fosse afectada a facturação habitual do comércio tradicional. A solução??? Já vai...
Continuando a minha “estória”: Visitei 3 lojas e nenhuma delas estava aberta, assim, fui almoçar e acabei por não conseguir resolver a compra.
O “moral” desta minha aventura de hoje é simples. Uma das formas de captar clientes pode ser verificar o horário que estes preferem, para além de adequar o sortido e as marcas ao gosto (ou às necessidades, se quiserem) dos consumidores.
Será que as superfícies estão abertos na hora de almoço por acaso. Não! Nada (mas mesmo nada) é feito ao acaso nestes empresas. O comércio tradicional tem que mudar. Tem que ter visão, claro que custa dinheiro, ou pelo menos uma melhor planificação dos recursos humanos, quando possível (e neste meu caso, era possível manter abertos na hora de almoço os estabelecimentos, ainda que com menos pessoas e em regime de turnos de almoço.
Acabei por optar pela compra estes produtos no comércio tradicional, por causa de um dos factores que pode permitir a estes negócios reassumirem a sua posição competitiva no mercado: a localização próxima dos centros de negócios e pessoas.
Assim, sai por volta das 18 e pouco e cheguei a um dos estabelecimentos. Fecha às 18H!??!?! Fui à segunda, igual... quando cheguei a última hipótese, uns minutos antes das 19H, tinha acabado de fechar, antes da hora... assim, não há quem aguente.
Penso que existe espaço para a grande superfície e para o pequeno comércio, desde que este último saiba fazer a leitura do mercado, leia-se das necessidades dos consumidores, saiba dar conselhos, apoia-los no pós-venda, estar disponível, em resumo, “oferecer” serviço ao cliente. Esta mais valia pode fazer com que ele recorra aqui nas compras mais complicadas, com maior envolvimento (logo de maior valor). Estar atendo ao mercado, saber aprender e saber comunicar, eis as minhas dicas para o comerciante do novo século, que se transformem em empreendedores: deixem de “vender” simplesmente os produtos, em vez disso, satisfaçam as necessidades dos clientes e forneçam-lhes uma mais-valia adequada...
2003-10-28
Esta recebi hoje:
Citações célebres
No meio do trânsito, estão, lado a lado, um Mercedes com uma madame finíssima e um Fiat Uno bem velhinho, onde vai o Zé dos bigodes. O Zé grita, buzina, faz um escarcéu por causa do trânsito ... até que, a fina madame baixa o vidro e diz-lhe:
- Oh meu senhor, "A paciência é a mais nobre e gentil das virtudes!", Shakespeare, em "Macbeth".
O tipo do Uno não se intimida e revida:
- "Tou-me cagando pra essa merda!", Ferro Rodrigues, em "Processo da Casa Pia".
Citações célebres
No meio do trânsito, estão, lado a lado, um Mercedes com uma madame finíssima e um Fiat Uno bem velhinho, onde vai o Zé dos bigodes. O Zé grita, buzina, faz um escarcéu por causa do trânsito ... até que, a fina madame baixa o vidro e diz-lhe:
- Oh meu senhor, "A paciência é a mais nobre e gentil das virtudes!", Shakespeare, em "Macbeth".
O tipo do Uno não se intimida e revida:
- "Tou-me cagando pra essa merda!", Ferro Rodrigues, em "Processo da Casa Pia".
2003-10-27
Os estádios estão a ser inaugurados! Vaiaram o nosso primeiro! Come-se presuntos! Gastam-se milhões! E afinal, quem é que paga a factura... serão os adeptos, os sócios, os clubes... não. Somos todos nós!!! E pelos vistos, a avaliar pelos ordenados e transferências dos jogadores, a actividade é rentável. Que o diga a Olivedesportos os jogadores, treinadores, agentes e as restantes pessoas (individuais ou colectivas) que vivem disto... Só mesmo os clubes perdem dinheiro!
Ora bem...
Ora bem...
Hoje um carro da GNR passava a cerca de 70 km/h numa rotunda, virando à esquerda, sem sinalizar, sem fazer outra vez pisca para sair da rotunda, passando em zigue-zague pelas faixas... como não levava as luzes intermitentes acesas, era o fim da hora do almoço e foi sempre à minha frente até ao quartel, deduzi que não era prioritário... este é o exemplo! Para não seguir!!
2003-10-25
Estou a acabar um artigo para o Região Sul, está um tempo mau, chove e o meu cão não me larga, pois quer "ir lá fora"... eu, que até gosto de uma chuva de vez em quanto, estou a pensar que hoje pouco dá para fazer... para além de colocar a leitura em dia... bom dia Outono!!!
2003-10-24
Por vezes o problema não está na forma como resolvermos os problemas. Está na forma como os encaramos. As opiniões seguem este padrão.
Já reflecti muito sobre vários assuntos, dando a minha opinião. Muitos discordam, outros concordam, mas o que importa realmente é que eu acredito no que digo.
Assim, podem ver este comentário que colocaram aqui, seguido da minha resposta simples. Nem sempre apresento argumentos. Porquê? Porque expresso a minha opinião da forma que entendo, esta liberdade é minha, assim como a dele escrever o que lhe apetece, embora eu tolere a sua falta de respeito...
Já reflecti muito sobre vários assuntos, dando a minha opinião. Muitos discordam, outros concordam, mas o que importa realmente é que eu acredito no que digo.
Assim, podem ver este comentário que colocaram aqui, seguido da minha resposta simples. Nem sempre apresento argumentos. Porquê? Porque expresso a minha opinião da forma que entendo, esta liberdade é minha, assim como a dele escrever o que lhe apetece, embora eu tolere a sua falta de respeito...
2003-10-22
Hoje houve greve contra as propinas na U.Alg, a adesão foi total!!! Por acaso foi o dia do desfile de recepção aos caloiros... não havendo aulas, desde sempre!?!!?
Parece aquelas greves dos CTT marcadas para a sexta-feira ou numa ponte... tão conveniente!
Já agora, passei por lá de noite e as aulas corriam normalmente, como se nada fosse. Não sei se é a idade ou a responsabilidade destes alunos, ou se pelo facto do desfile já ter acontecido!!!
É curioso, não!
Parece aquelas greves dos CTT marcadas para a sexta-feira ou numa ponte... tão conveniente!
Já agora, passei por lá de noite e as aulas corriam normalmente, como se nada fosse. Não sei se é a idade ou a responsabilidade destes alunos, ou se pelo facto do desfile já ter acontecido!!!
É curioso, não!
2003-10-20
2003-10-17
A natureza é algo maravilhoso. Não acredito no milagre de Fátima. Por falar nisso, nem em Cristo ou Deus. Menos ainda na Igreja. Mas acredito na natureza. Ela ensina-nos algo de essencial. Basta observar-la. Há apenas uma semana, um pedaço de terra que piso todos os dias estava árido desde Julho. Dois dias de chuva bastou para aparecer vida, que esteve latente esse tempo, há espera das condições ideias. Este é o meu Deus. Este é o meu “milagre”, todos os anos me espanta.
Por falar nisto, considero-me Católico “praticante” (?!??!!). Por acaso não acredito nos “não praticantes”, pois a prática não deve ser confundida com ir à missa, mas a de seguir os princípios do Catolicismo. Para mim, ir ou não à Igreja nada significa. É um espaço fechado, com um pé direito alto, que reúne santos, imagens, uma cruz, entre outras coisas, como os bancos corridos e a sensação de ver ao nosso lado aquela pessoa que sabemos corrupto, ou que fala mal da vizinha ou simplesmente sobrevivente neste mundo banal. É também a representação da última ceia, é o palco do perdão, da purga e por vezes das vaidades, do ouro à vista, da roupa bonita. É o parecer antes do ser. Estou, claro, a generalizar.
Ser Católico é ser fiel aos princípios da liberdade, da ajuda, da participação construtiva na sociedade (ou pelo menos na comunidade).
Procuro ser tudo isto, na medida do possível, pois não sou perfeito (muito longe disso)... e tudo sem acreditar em Deus, nem um bocadinho... Tudo isto sem ter a menor fé.
Por falar nisto, considero-me Católico “praticante” (?!??!!). Por acaso não acredito nos “não praticantes”, pois a prática não deve ser confundida com ir à missa, mas a de seguir os princípios do Catolicismo. Para mim, ir ou não à Igreja nada significa. É um espaço fechado, com um pé direito alto, que reúne santos, imagens, uma cruz, entre outras coisas, como os bancos corridos e a sensação de ver ao nosso lado aquela pessoa que sabemos corrupto, ou que fala mal da vizinha ou simplesmente sobrevivente neste mundo banal. É também a representação da última ceia, é o palco do perdão, da purga e por vezes das vaidades, do ouro à vista, da roupa bonita. É o parecer antes do ser. Estou, claro, a generalizar.
Ser Católico é ser fiel aos princípios da liberdade, da ajuda, da participação construtiva na sociedade (ou pelo menos na comunidade).
Procuro ser tudo isto, na medida do possível, pois não sou perfeito (muito longe disso)... e tudo sem acreditar em Deus, nem um bocadinho... Tudo isto sem ter a menor fé.
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